Por 20 anos, Roberto viveu na estrada. Acordava antes do sol nascer, pegava o caminhão e cruzava estados inteiros — São Paulo, Paraná, Santa Catarina. Levava madeira, grãos, o que aparecesse. Era uma vida dura, mas honesta.
Enquanto isso, em casa, Davi crescia ao lado da mãe. O tempo juntos era curto, mas cheio de amor. Roberto voltava quando dava. E assim a vida seguia.
Até que, há 8 meses, tudo mudou.
Roberto e Davi antes do diagnóstico — quando a estrada ainda era a vida dele.
Davi, com apenas 6 anos, começou a sentir dores que não eram normais. Dores nos ossos, um cansaço que não passava, manchas roxas surgindo sem explicação. No começo, parecia algo simples. Mas não era.
Depois de exames e mais exames, veio o diagnóstico que nenhuma família está preparada para ouvir:
A partir daquele momento, a rotina da família virou de cabeça para baixo. Caminhão parado. Estradas deixadas para trás. Agora, a batalha é dentro de hospitais.
Os médicos foram diretos: o tratamento precisa ser imediato e intenso. Os primeiros 12 meses são decisivos. É nesse período que a quimioterapia precisa agir com força total para aumentar as chances de remissão.
Sem isso, as chances de cura caem drasticamente.
O custo total do tratamento chega a R$ 200.000. O SUS cobre uma parte importante, mas ainda assim existe uma lacuna impossível para a família arcar sozinha.
Faltam exatamente:
Esse valor é destinado a medicamentos importados essenciais — remédios que ajudam a reduzir os efeitos colaterais da quimioterapia e aumentam significativamente as chances de recuperação do Davi.
Estamos falando de qualidade de vida durante o tratamento. De menos dor. De mais força para lutar.
"Eu passei a vida inteira longe dele. Agora que ele mais precisa de mim, não vou estar a 600 km de distância. Vendi o caminhão sem pensar duas vezes. Mas o dinheiro acabou. O tratamento não pode parar."
Roberto vendeu o caminhão. Parou a estrada. Não tinha escolha — Davi precisava dele presente, não de promessas feitas a 600 km de distância.
Hoje, não existe mais renda suficiente. A aposentadoria não cobre. Não há reserva. Não há familiares que consigam ajudar com um valor desse tamanho.
E o tratamento não pode parar.
Cada real mantém o protocolo ativo. Cada contribuição representa dias — às vezes semanas — de continuidade no tratamento. E, nesse tipo de doença, interrupções podem comprometer tudo.
876 pessoas já acreditaram. Agora, falta o essencial para garantir os próximos 6 meses:
Você não está apenas doando dinheiro.
Você está dando tempo.
Tempo para que Davi complete o protocolo. Tempo para que Roberto não precise escolher entre trabalhar ou cuidar do filho. Tempo para que essa história tenha um final diferente.
Se não puder contribuir, compartilhe. Às vezes, a pessoa que pode ajudar está a apenas um envio de distância.
Davi precisa de tempo. E você pode ajudar a dar isso a ele. ❤️
Mostrando 6 Comentário(s)
Pedro Henrique
Eu ajudei com 150 reais, estamos juntos nessa!.
Ana Clara
Fiquei emocionada em ver como pequenas doações realmente fazem diferença. Saber que minha ajuda chegou a quem precisava me trouxe uma sensação incrível de fazer parte de algo maior!
Cicera Rodrigues
queria poder doar um pouco mais 😓, mas o pouco que dei já ajuda, boa sorte pessoal
Paulo Rocha
Cada doação importa. se eu pudesse estaria junto com vocês
José Siqueira
Vamos apoiar esse movimento pessoal! minha contribuição já foi feita!
Joaquim Martins
Às vezes a gente acha que não vai fazer diferença, mas faz! Saber que minha doação virou alimento e apoio para famílias me encheu de orgulho.
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